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2007/10/21 Ate onde o machismo vai chegar?Juiz teria culpado mulheres por "desgraça humana"Um juiz de Sete Lagos, em Minas Gerais, teria considerado inconstitucional a Lei Maria da Penha e rejeitado pedidos de medidas contra homens acusados de agressão contra suas companheiras, alegando ver "um conjunto de regras diabólicas" e lembrando que "a desgraça humana começou por causa da mulher", segundo a edição de domingo da Folha de S.Paulo. A Lei Maria da Penha é considerada um marco na defesa da mulher contra a violência doméstica. O jornal teve acesso a uma das sentenças do juiz Edilson Rumbelsperger Rodrigues, que chegou ao Conselho Nacional de Justiça. Em 12 de fevereiro, ele teria sugerido que o controle a violência contra a mulher tornará o homem tolo. "Ora, a desgraça humana começou no Éden: por causa da mulher, todos nós sabemos, mas também em virtude da ingenuidade, da tolice e da fragilidade emocional do homem. O mundo é masculino. A idéia que temos de Deus é masculina. Jesus foi homem", teria dito o juiz, segundo o jornal. Procurado pela Folha, o juiz não se manifestou, pois estaria de férias, segundo a 1ª vara Criminal e de Menores de Sete Lagoas.
Fonte: http://noticias.terra.com.br/brasil/interna/0,,OI2008286-EI306,00.html
A religião será o fim do mundo racional...
2007/10/9 Quarenta anos sem Che Guevara, o revolucionário erranteQuarenta anos sem Che Guevara, o revolucionário erranteEm 9 de outubro de 1967, o guerrilheiro argentino Ernesto Guevara de la Serna, mais conhecido como Che Guevara, foi fuzilado na aldeia de La Higuera (Bolívia) e teve interrompido seu mais ambicioso projeto: o de promover uma revolução em toda a América Latina. Che tinha entrado na Bolívia em novembro de 1966 e tinha a seu lado um grupo formado por cerca de 50 pessoas - bolivianos, cubanos e peruanos. Ali se propunha a treiná-los para uma "revolução continental", mas com suas forças revolucionárias cada vez mais enfraquecidas por mortes em combate, capturas e deserções, acabou capturado pelo Exército boliviano em 8 de outubro de 1967, em um vale remoto conhecido como Quebrada do Churo. "Sou Che. Não disparem", pronunciou a seus seqüestradores, antes de ser levado para uma escola em La Higuera e executado no dia seguinte por ordem do então presidente boliviano, general René Barrientos. Curiosamente, o homem que estava por trás do fuzil que matou o guerrilheiro, Mario Terán, recuperou a visão graças a cirurgiões cubanos, após uma operação de catarata. Nesta viagem à ilha, viu como Cuba conserva a imagem de Che. Ao contrário da cidade natal do guerrilheiro, a argentina Rosário, que prepara um calendário para comemorar os 80 anos do nascimento de Che, ocorrido em 14 de junho de 2008, os exilados do regime castrista criticarão uma figura que defendeu a extinção do imperialismo e a conseqüente recuperação dos países subdesenvolvidos, mas sempre por meio da luta armada. Apesar disso, Ernesto Guevara de la Serna havia sido criado no seio de uma família de classe média-alta argentina e sua infância foi marcada por uma asma crônica, que mais tarde o impediria de entrar para o serviço militar. Sua vida acadêmica foi construída tendo como bases uma ampla instrução humanística e conhecimentos de francês, e sua formação profissional, a de médico especialista em alergia, teve de deixar para trás em 1953 para viajar à Guatemala e incorporar-se ao Partido Guatemalteco do Trabalho, de ideologia comunista. "Da medicina posso dizer que faz tempo que a abandonei. Agora sou um combatente que está trabalhando na afirmação de uma ideologia. O que vai ser de mim? Eu mesmo não sei em que terra deixarei os ossos", escreveria a seu pai anos mais tarde. Che tinha dado rédea solta a sua vocação errante com viagens pela América Latina, primeiro com Alberto Granado em uma motocicleta em 1951 e depois com Carlos Ferrer em 1953. A primeira serviu de pano de fundo para o filme "Diários de Motocicleta", do diretor brasileiro Walter Salles. Seu domínio de linguagem e a paixão pela leitura, que despertou sua curiosidade para Goethe e Sartre, ajudaram notavelmente a moldar seu carisma. "O subdesenvolvimento é um anão de cabeça enorme e barriga inchada: suas pernas débeis e seus braços curtos não se harmonizam com o resto do corpo (...) Isso é o que na realidade somos nós, os suavemente chamados 'subdesenvolvidos', na verdade países coloniais, semicoloniais ou dependentes", escreveria. A dependência que a América Latina tinha com relação aos Estados Unidos foi o motivo do fim de seu primeiro projeto político na Guatemala, quando a Casa Branca apoiou a derrocada do presidente Jacobo Arbenz e obrigou Che a trasladar-se para o México. Lá, conheceu em 1956 Fidel Castro e se uniu a ele - primeiro como médico e mais tarde como comandante - em sua expedição armada para expulsar do poder o presidente cubano Fulgencio Batista, em uma coluna guerrilheira que, a partir do leste da ilha, tomou Santa Clara (centro) e em 1º de janeiro de 1959 conquistou o triunfo da revolução. Depois do feito, Che adotou a nacionalidade cubana. A mudança da condição de guerrilheiro para membro de Governo teve poucos atritos com sua integridade ideológica - próxima ao marxismo-leninismo radical, mas tão heterodoxa que seria denominada "guevarismo" -, e, após desempenhar cargos como o de presidente do Banco de Cuba e o de ministro da Indústria, deixou a ilha em 1965. A partir desses anos, voltou a sua condição de guerrilheiro incansável com sua "revolução continental", cujo destino mais distante seria a República Democrática do Congo, país ao qual chegou caracterizado como um homem de 46 anos chamado Ramón Benítez. Seu exército fracassaria estrondosamente em solo africano. "Sejam sempre capazes de sentir profundamente qualquer injustiça cometida contra qualquer um em qualquer parte do mundo. É a qualidade mais linda de um revolucionário", escreveu em seus últimos anos aos quatro filhos de seu segundo casamento. O primeiro casamento de Che foi com a peruana Hilda Gadea, com quem teve uma filha, Hildita, e, já em Cuba, conheceu Aleida March de la Torre, com quem teve Aleidita, Celia, Camilo e Ernesto.
Assim, chegou a seu destino final, a Bolívia, país no qual, após um ano
de luta, sua morte prematura foi, paradoxalmente, a forma mais efetiva
de manter eterna a inspiração de seu lema: "Até a vitória, sempre". Fonte: www.yahoo.com.br 2007/8/28 Saudades...A cada dia de minha vida Uma dor sufocante corrói-me alma É como se você não estivesse mais aqui Embriago-me em minhas próprias lágrimas e penso: Será que mereço o seu amor? Será que sou digna de sofrer por você? Calafrios dominam minha espinha enquanto você domina meus mais temerosos pesadelos Peço aos deuses que o traga de volta pra mim para que torne a razão de minha vida vazia 2007/8/25 Menino Homem AdolescenteMenino encanta com sua inocência, mas pode ter a maturidade de um homem assim como o adolescente... A mente do adolescente pode amadurecer quase que severamente... basta apenas ele não ter a chance de se expressar... Ele crescerá mentalmente, mas ficar com o mesmo encanto do pequeno menino, que quer ser aconchegado e ninado, receber carinho e afeto de quem ama... Menino homem é aquele que tem sua cabeça no lugar, que sabe discernir coisas as quais na sua idade ele deveria a penas pensar em brincar... mas o menino homem adolescente é aquele que assume uma postura precocemente amadurecida... tende a ter crises existenciais por não ter vivido uma fase de vida de cada vez, pulando algumas etapas de seu importante aprendizado. Muitas vezes forçado a isso por pressão familiar, exigências não necessárias... Pais desatentos não percebem o sofrimento do menino homem, mas no menino homem adolescente é um pouco perceptível, pois ele protesta, toma atitudes que acabam o prejudicando... Às vezes ele se sente tão frustrado que acaba depreciado, pois não tem a atenção que precisa... Essa é a parte adolescente que frustra... e isso requer atenção redobrada, pois o caminho mais próximo que ele encontra são as drogas... Quando o Menino homem é destemido, ele viaja dentro de seus limites para se livrar das frustrações que lhe aflige no dia-a-dia. Procura se distrair toca seu corpo e descobre coisas novas... Menino homem adolescente acha que já passou dessa fase, e parte para a prática, seus instintos estão bastante aguçados, mas apesar da idade mental, sua inexperiência é graciosamente notável. Ao encontrar sua companheira, seus pensamentos vão além do básico namoro. É a responsabilidade precoce de assumir sua vida para sair de um mundo onde só tem pessoas que o criticam, o faz depreciar, o oprime, impõe limites aos seus sonhos... os quais deveriam ser vividos intensamente, para que no futuro o Menino homem adolescente, não se transforme em um homem menino adolescente... 2007/8/22 Quem somos nós??Quanto mais se estuda a física quântica, mais misteriosa e fantástica ela se torna.
A física quântica, falando de uma maneira bem simples, é uma física de possibilidades. São questões pertinentes de como sentimos o mundo em relação a nós.
Será que existe uma diferença entre o modo de sentirmos o mundo e como ele realmente é?
Todas as épocas e gerações têm suas próprias suposições: O mundo é plano, o mundo é redondo, etc.
Existem centenas de suposições que acreditamos ser verdadeiras, mas que podem ou não ser.
Estamos presos à certos preceitos sem saber disso.
É um paradoxo. O materialismo moderno tira das pessoas a necessidade de se sentirem responsáveis por suas vidas, assim como a religião! Mas eu acho que se você levar a mecânica quântica a sério, verá que ela coloca a responsabilidade nas nossas mãos e não nos dá respostas reconfortantes...
Por que continuamos recriando a mesma realidade?
Por que continuamos tendo os mesmos relacionamentos?
Por que continuamos tendo os mesmos empregos repetidamente?
A ciência moderna nos diz que, o que acontece dentro de nós é que vai criar o que acontece fora.
Existe uma realidade física que é absolutamente sólida, mas só começa a existir quando colide com outro pedaço de realidade física. Como parte desse momento, esse outro pedaço de realidade pode ser você ou eu...
Filósofos no passado diziam: "Se eu chutar uma pedra e machucar o meu dedo é real. Estou sentindo, é vívido.“
Mas não quer dizer que é a realidade... Não passa de uma experiência, a percepção dessa pessoa do que é real.
Experimentos científicos nos mostram que se conectarmos o cérebro de um pessoa a computadores e scanners e pedirmos para olharem para determinados objetos, podemos ver certas partes do cérebro sendo ativadas. Se pedirmos para fecharem os olhos e imaginarem o mesmo objeto, as mesmas áreas do cérebro se ativarão, como se estivessem vendo os objetos.
Então os cientistas se perguntam: quem vê os objetos, o cérebro ou os olhos? O que é a realidade? É o que vemos com nosso cérebro? Ou é o que vemos com nossos olhos?
A verdade é que o cérebro não sabe a diferença entre o que vê no ambiente e o que se lembra, pois os mesmos neurônios são ativados. Então devemos nos questionar, o que é realidade?
Do jeito que nosso cérebro funciona, só conseguimos ver o que acreditamos ser possível. Nós criamos a realidade,de acordo com os padrões de associação que já existem dentro de nós, ou seja, através do condicionamento.
Então é possível que o mundo todo seja uma grande ilusão da qual não conseguimos sair para a verdadeira realidade?
Se estamos ou não vivendo em um grande mundo virtual, é uma pergunta sem uma boa
resposta, é um grande problema filosófico...
A física quântica calcula apenas possibilidades.
Em vez de pensarmos nas coisas como possibilidades, temos o hábito de pensar que os objetos
que nos cercam, existem sem a nossa contribuição, sem a nossa escolha...
Você precisa banir essa forma de pensar; e reconhecer que no mundo material - as cadeiras, as mesas, as salas, os tapetes - não são nada além de possíveis movimentos da consciência.
E eu estou escolhendo momentos nesses movimentos para manifestar minha experiência atual. É algo radical que precisamos compreender, mas é muito difícil, pois achamos que o
mundo já existe independente da nossa experiência. Mas não é assim, e a física quântica
é bem clara. Se você acreditar com todo o seu ser que pode andar sobre a água, isso acontecerá. É como pensamento positivo, que é um conceito maravilhoso. Mas geralmente temos uma névoa de pensamento positivo, cobrindo uma enorme massa de pensamento
negativo. Pensar positivo apenas disfarça o nosso pensamento negativo.
Quando pensamos em objetos, tornamos a realidade mais completa do que realmente ela é.
E é aí que você fica preso. Ficamos presos na uniformidade da realidade, pois se ela é completa e eu sou insignificante, não posso alterá-la. Mas, se a realidade é minha possibilidade - possibilidade da própria consciência – aí sim, podemos
alterá-la ...
No pensamento antigo, não podíamos mudar nada, pois não tínhamos papel na realidade. Ela já estava lá, feita de objetos que se moviam de acordo com certas leis. A matemática determinava como reagiriam em determinada situação. Nós não tínhamos papel algum ...
Na nova visão quântica , eu escolho a experiência: Dessa forma eu crio minha própria realidade...
As pessoas continuam trabalhando, se aborrecendo, almoçando...
Elas vão para casa e vivem a vida como se nada
de especial estivesse acontecendo, pois é assim que se acostumaram; existe essa incrível mágica bem na sua frente e elas não vêem. 2007/8/16 Bateria de papelPesquisadores do Rensselaer Polytechnic Institute desenvolveram baterias flexíveis ultrafinas que podem ser recarregadas com sangue, suor ou urina. A nova bateria é feita com nanotubos de carbono num substrato de silicone. O espaço entre os tubos é preenchido com celulose - essencialmente papel. Os nanotubos agem como eletrodos, permitindo que o dispositivo conduza eletricidade mantendo a flexibilidade. A celulose permite a ativação dos eletrólitos naturais do corpo, encontrados em fluídos como sangue e suor. O design da bateria permite que a mesma mantenha sua integridade mesmo sendo amassada, dobrada ou cortada. "Em sua essência, é só um pedaço de papel, mas feito de maneira inteligente. Não estamos misturando materiais, é um dispositivo totalmente integrado", afirmou Robert Linhardt, professor do Rensselaer Polytechnic e co-autor do estudo. "Os componentes são unidos em nível molecular: o nanutubo de carbono é encaixado no papel, e o eletrólito é absorvido pelo mesmo. O resultado é um dispositivo que age como papel na prática". Fonte: www.baboo.com.br Eita evolução... 2007/8/11 O ancião de vinte e poucos anosNunca o viram sem a sua inseparável mochila nas costas. Se o vissem assim, assustariam-se, estremeceriam-se, surpreender-se-iam. Pois é nela que ele guarda as dúvidas, a sua própria vontade, os seus próprios desejos, e medos, e defeitos. Um jovem de alma cansada. Uma alma anciã de corpo jovem. Engolindo pílulas com frases bíblicas, recebendo o soro da fingida maturidade, na dieta de frases feitas, conceitos prontos, valores que encontra nos livros, felicidade instantânea.
Quando se é criança, e se é pobre, e se sonha, e se cresce, e se percebe que nada do que se sonhou virá a se concretizar se sente uma tristeza serena, como se o tempo todo já se soubesse que os sonhos eram apenas invenções pra continuar a viver. E esta tristeza, esse tipo de silêncio, e de certeza, ele traz espalhado no corpo. É como quando nos contam pela primeira vez sobre a morte. E a gente finge que se surpreende, e finge que acha triste. Mas a gente já nasce sabendo... sabendo que felicidade mesmo não existe, que tudo tende ao vazio e a devastação da dor, inclusive o amor. E só quem se habitua de que sofrer é o mal mais necessário que existe, é de fato feliz. Porque a felicidade eterna é o maior dos egoísmos, é pedir para ser "café-com-leite" na vida. Fitar as duas esferas escuras de uma coloração que vai gradualmente morrendo que ele carrega na face, é ter a certeza de tudo isso, de que Deus não se nega nem se afirma, porque Deus não é isso. É de repente perceber que a única coisa que de fato faz sentido é a dor. Porque é tão somente através dela que a gente aprende, que a gente absorve a tintura da vida. E aí começa a compreensão de todos os mistérios. Tudo é dor, e a dor é bela, e sincera. Mas o moço não compreende, joga toda dor dentro da mochila e caminha analgesicamente, enquanto deveria senti-la e aprender com ela. E a dor se espalha, e ele embrutece, e junto com a ternura da infância se esvai também o segredo da vida que é justamente... isso. Sempre desconfie das pessoas que se dizem maduras. 2007/8/5 Poema do silêncio
Dá-me a tua mão
Dá-me a tua mão: Vou agora te contar como entrei no inexpressivo que sempre foi a minha busca cega e secreta. De como entrei naquilo que existe entre o número um e o número dois, de como vi a linha de mistério e fogo, e que é linha sub-reptícia. Entre duas notas de música existe uma nota, entre dois fatos existe um fato, entre dois grãos de areia por mais juntos que estejam existe um intervalo de espaço, existe um sentir que é entre o sentir - nos interstícios da matéria primordial está a linha de mistério e fogo que é a respiração do mundo, e a respiração contínua do mundo é aquilo que ouvimos e chamamos de silêncio. 2007/7/29 Comandados por um simples desenho animado!!!Quem diria!!! O mundo sendo facilmente comandado por uma dupla muito famosa dos desenhos animados!
Sim, porque acho que há nerds punheteiros (ops ^^V) não iriam ficar 24 horas por dia tomando conta da vida alheia para ter a dominação mundial ou talvez sim... mas isso não daria tanto prazer a eles quanto continuar a criar e criar programas, viroses e sites de ajuda na internet. Bem, talvez eles tenham tido nas mãos a chave para dominar o mundo, mas uma falha fez com que os dois gigantes dominassem a chave e a encaixado na fechadura, apenas mostrando para os nerds o que é uma mulher de verdade, e eles largaram a batalha de cinco contra um para por em pratica as funções práticas do corpo... (^^V)
Mas porque achar que essas duas mentes brilhantes finalmente estão conseguindo dominar o mundo... Esta frente dos nossos olhos diariamente!
Oh! A informação é verdadeira! conheço bem as duas mentes brilhantes que estão por traz da Google Inc...
Vamos imaginar os objetivos dessa grande fonte de informações que se tem na internet (um gigante, pode ter certeza)...
01 - Para a dominação mundial, é necessário que as mentes brilhantes colham dados importantes da sociedade que habita onde será dominado, ou seja dados pessoais... para isso não há nada mais prático que o Orkut (sim, foi comprado pela Google e serve para saber tudo sobre sua vida!! Incrível não?).
02 - Outro produto muito eficiênte é o Google Earth... ai vc deve se perguntar, pra que porra esses dois querem isso... Simples, para saber onde você mora e como vivem em sociedade, isso em conjunto com o Orkut dá uma boa idéia de comportamento! Assim fica mais fácil para exercer a órdem em cima de cada escravo (ops ^^V), moradores do planeta!
03 - E finalmente a Google Phone (Sim, vai sair esse ano ainda xD~~), e-mail corporativo gratuito, hospedagem de portal gratuita, agenda de compromissos gratuita... e por ai vaiii...
Ou seja estamos cada vez mais dependentes da Google... seu objetivo é claro: Querer dominar o mundo. Agora ficou mais fácil ainda né ^.~'
Agora uma pergunta para abrir de vez a mente de vocês: Não estão dando falta de dois personagens que tinham a pretenção de dominar o mundo??
Não resta mais dúvida! Pink e Cérebro!!! Estão no comando da Google, depois da incrível façanha de apresentar a bela e traseiruda enfermeira para os nerds punheteiros... (ops ^^V)
Mas já é anunciada a falência desse gigante da internet..., pois como já sabemos , assim que os planos estiverem quase dando certo, algo os surpreenderá! as suas idéias irão para o ralo... não percam esse episódio...
Ai... e agora... acho que eles me rastrearão.... eu tenho Orkut... minha casa pode ser vista... meus e-mails....
Gente se eu sumir vocês já sabem que devem entregar esta teoria da conspiração aos policiais gatos... mas certifiquem-se de que nenhum deles tenham orkut ^.~' 2007/7/23 AmizadeQuando vc menos espera, onde vc menos imagina, pode aparecer alguém... alguém que mudará sua vida...
Esteja sempre pronto para isso. A vida reserva grandes surpresas, que surpreendem ate a nos mesmos. Faça com que esses momentos durem o máximo possível. Por isso não guarde mágoas, mostre que você pode ser alguém legal, que pode ser confiável... Não seja rancoroso.
Em momentos tristes, não divida tristeza, mas sim o conforto e amor... Nunca hesite oferecer um ombro amigo, pronto para ouvir um desabafo. A vida sem uma relação social, não pode ser chamada de vida... Preserve o que vc tem de mais precioso... Você agradecerá um dia por tê-los... Amizade = amigo... Como falar de amizade sem falar de amigos.
Amigo é aquele que te aceita do jeito que vc é Amigo não distingue raça, opção sexual. Fica contigo quando vc não esta legal... Amigo não é só aquele que te faz sorrir, mas também aquele que te faz chorar quando necessário. Amigo te perdoa e compreende suas falhas, vai com você a qualquer lugar, cuida sempre de você... Amigo não é apenas mais um na sua vida e sim o único... Encontre grandes amigos, cuide dessa amizade pois encontrar um amigo de verdade é muito raro... Um amigo de verdade sempre vai estar com você, nunca vai te abandonar ou te deixar sozinho. Um amigo vai te ajudar sempre, do contrário não é seu amigo, porque amigos nunca desistem um dos outros...
Dedicados a todos os meus verdadeiros amigos! 2007/7/18 Anarquia - parte 03Anarquismo no Brasil
Talvez uma das primeiras experiências anarquistas do mundo, antes mesmo de ter sido criado o termo, tenha ocorrido nas margens da Baía de Babitonga, perto da cidade histórica de São Francisco do Sul. Em 1842 o Dr. Benoit Jules Mure, inspirado na teorias de Fourier, instala o Falanstério do Saí ou Colônia Industrial do Saí, reunindo os colonos vindos de França no Rio de Janeiro em 1841. Houve dissidências e um grupo dissidente, à frente do qual estava Michel Derrion, constituiu outra colônia a algumas léguas do Saí, num lugar chamado Palmital: a Colônia do Palmital. Mure conseguiu apoio do Coronel Oliveira Camacho e do presidente da Província de Santa Catarina, Antero Ferreira de Brito. Este apoio foi-lhe fundamental para posteriormente conseguir a ajuda financeira do Governo Imperial do Brasil para seu projeto. O anarquismo no Brasil ganhou força com a grande imigração de trabalhadores europeus entre fins do século XIX e início do século XX. Em 1889 Giovani Rossi tentou fundar em Palmeira, no interior do Paraná, uma comunidade baseada no trabalho, na vida e na negação do reconhecimento civil e religioso do matrimônio, (o que não significa, necessariamente, "amor livre"), denominada Colônia Cecília. A experiência teve curta duração. No início do século XX, o anarquismo e o anarco-sindicalismo eram tendências majoritárias entre o operariado, culminando com as grandes greves operárias de 1917, em São Paulo, e 1918-1919, no Rio de Janeiro. Durante o mesmo período, escolas modernas foram abertas em várias cidades brasileiras, muitas delas a partir da iniciativa de agremiações operárias de inclinação anarquista. Alguns acreditam que a decadência do movimento anarquista se deveu ao fortalecimento das correntes do socialismo autoritário, ou estatal, i.e., marxista-leninista, com a criação do Partido Comunista Brasileiro (PCB) em 1922 participada inclusivamente, por ex-integrantes do movimento anarquista que, influenciados pelo sucesso da revolução Russa, decidem fundar um partido segundo os moldes do partido bolchevique russo. Porém, esta posição, sustentada por muitos historiadores, vem sendo contestada desde a década de 1970 por Edgar Rodrigues (anarquista português naturalizado no Brasil, pesquisador autodidata da história do movimento anarquista no Brasil e em Portugal), e pelos recentes estudos de Alexandre Samis que indicam que a influência anarquista no movimento operário cresceu mais durante este período do que no já fundado (PCB) e só a repressão do governo de Artur Bernardes, viria diminuir a influência das idéias anarquistas no seio do movimento grevista. Artur Bernardes foi responsável por campos de concentração e centros de tortura, nos quais morreram inúmeros libertários, sendo que o pior de tais campos foi o de Clevelândia, localizado no Oiapoque. Edgar Rodrigues apresenta em várias de suas obras as investidas de membros do PCB que, procurando transformar os sindicatos livres em sindicatos partidãrios e conquistar devotos às idéias leninistas, polemizavam em sindicatos e jornais, chegando a realizar atentados contra anarquistas que se destacavam no movimento operário brasileiro, durante a década de 1920. Provavelmente devido aos problemas de comunicação resultantes da tecnologia da época, os anarquistas só terão compreendido a revolução russa de forma mais clara, a partir das notícias de célebres anarquistas, como a estadunidense Emma Goldman, que denunciara as atrocidades cometidas na Rússia em nome da ditadura do proletariado. Seria a partir deste momento histórico que se definiria a posição tática do anarquismo perante os socialistas autoritários no Brasil, separando a confusão ideológica que reinava em torno da revolução russa, identificada pelos anarquistas inicialmente como uma revolução libertária. Esta ideia seria depois desmistificada pelos anarquistas, que acreditam no socialismo sem ditadura, defendendo a liberdade e a abolição do Estado. Para Rômulo Angélico, foi durante o governo de Getúlio Vargas que o anarco-sindicalismo recebeu seu golpe de morte, devido ao surgimento dos sindicatos controlados pelo Estado e as novas perseguições estatáis. Até a primeira metade da década de 1930, no entanto, o anarquismo permaneceu a idelogia mais influente entre os operários brasileiros. Durante o Regime Militar (1964-1985), as principais organizações anarquistas no Brasil foram o Centro de Estudos Professor José Oiticica, no Rio de Janeiro, e o Centro de Cultura Social de São Paulo. Ambos foram fechados no final da década de 1960, mas seus militantes continuaram se encontrando clandestinamente, publicando livros e se correspondendo com libertários de outros países. na década de 1970 surge na Bahia o jornal O Inimigo do Rei, impulsionando a formação de novos grupos anarquistas em várias partes do Brasil. O anarquismo, porém, já não tinha tanta influência nos meios operários quanto no início do século XX, de modo que a maioria dos grupos nascidos a partir da década de 1980 foram formados por estudantes. você pode ver na internet um livro de Edgard Leuenroth "Anarquismo roteiro da libertação social" publicado na década de 60 pela editora mundo livre feita pelo CEPJO. Anarquismo em PortugalNo final do século XIX dá-se o desenvolvimento de grupos anarquistas, que contribuíram para o derrube da monarquia em 1910. Com a Primeira República dá-se uma grande expansão e é fundada em 1919 a Confederação Geral dos Trabalhadores, de tendência sindicalista revolucionária e anarco-sindicalista. Consequentemente, com a instauração da Ditadura Militar em 1926, e com a ditadura de Salazar que se lhe seguiu, proíbe-se a actividade dos grupos anarquistas. Em 1933 a censura prévia é legalmente instituída. Os vários jornais anarquistas, incluindo “A batalha”, passam a ser clandestinos e a ser alvos de perseguições. Em 1938 dá-se o atentado no qual se tentou assassinar Salazar. Com o 25 de Abril de 1974 há um novo ressurgimento do movimento libertário, embora com uma expressão reduzida. Anarquistas mais conhecidosLeon Tolstói (1828-1910) Noam Chomsky (1928–) Internacionalmente conhecidos
Anarquistas brasileiros
Anarquistas portugueses
Fonte: wikipédia Anarquia - parte 02Questões freqüentes aos anarquistasA instrumentalização da violênciaPoucos anarquistas defendem a violência contra indivíduos. Durante o fim do século XIX e início do século XX, o anarquismo era conhecido como uma ideologia que pregava os assassinatos e explosões, devido a ação de pessoas como o russo Nechaiev, o francês Ravachol e à influência dos meios de comunicação social da época. A maioria dos anarquistas acredita que a violência contra indivíduos é inútil, já que mantém intactas as relações sociais de exploração e as instituições que a mantêm. Entretanto, os anarquistas acreditam que o recurso à violência é inevitável como legítima defesa à violência do Estado ou de instituições coercivas. Anarquistas como Errico Malatesta e Emma Goldman publicaram célebres debates condenando o individualismo-terrorista de alguns anarquistas. Ambos autores consideraram a ação desses indivíduos inútil e mesmo daninha à causa anarquista, e que seus atos eram reações de desespero em face às injustiças sociais. Entretanto, é inegável que foram praticados assassinatos políticos inspirados por anarquistas. Por exemplo, Leon F. Czolgosz confessou ter decidido assassinar o presidente William McKinley após assistir a uma palestra proferida por Emma Goldman. Estadistas como Humberto I da Itália, Elisabeth da Áustria e Marie François Sadi Carnot, presidente da França, foram assassinados por anarquistas italianos. Tudo isto aconteceu durante os últimos anos do século XIX e a primeira década do século XX. Outros atentados, como contra Alexandre III da Rússia e Carlos I de Portugal, foram erroneamente atribuídos a anarquistas, por generalização. Existiram, no entanto, outros anarquistas, como Leon Tolstoi, que acreditavam que o caminho da anarquia era a não-violência. AnomiaA idéia popular de anarquismo como absoluto caos e desordem, que os estudiosos chamam de anomia (ausência de normas) é rejeitada por todos os anarquistas tradicionais citados acima. Os anarquistas concebem os governos como as atuais fontes de desordens defendendo, portanto, que a sociedade estaria melhor ordenada sem a sua existência. Esta convenção tem fortes conotações e historicamente tem sido usada como uma deficiência por grupos políticos contra seus oponentes, mais notavelmente os monarquistas contra os republicanos nos últimos séculos. Entretanto, a anomia tem sido abraçada por movimentos de contracultura. Religião e espiritualidadeAnarquia não é sinônimo de ateísmo ou agnosticismo, sendo que o combate a qualquer corrente de pensamento que não transgrida os conceitos libertários constitui, por si só, um ato insano e completamente repugnante de autoritarismo. Qualquer ser humano tem o direito e a liberdade plena de acreditar, crer e professar a fé que bem entender, desde que a sua fé não se consolide em forma institucional, tornando-se um instrumento de promoção de poderes. Desta forma, o que os anarquistas negam é a “instituição Igreja”, em todas as suas formas, e não a igreja enquanto templo de fé, pelos seguintes fatores: – A sua conivência, conciliação e apoio à dominação capitalista – em especial, pela defesa da propriedade privada; – Pela sua estrutura completamente vertical, a qual segrega o corpo religioso e toda a humanidade de forma a selecionar os beneficiados e os dignos dos poderes espirituais; – Pelas intervenções em campos não espirituais, criando, por meio da doutrina fundamentalista, uma série de empecilhos ao desenvolvimento social e humano como um todo; – Pelo processo de alienação do ser humano em relação à sua realidade, fazendo o indivíduo, muitas vezes, delegar a entes imaginários, espirituais, as transformações humanas que, na verdade, cabem a ele mesmo ajudar a promover; Por fim, os anarquistas acreditam que o que cada um pensa ou crê, não importa ao próximo, desde que a Liberdade e todos os demais princípios anarquistas não sejam ofuscados de forma alguma.
TecnologiaA tecnologia, em sua pureza, não é tratada como um mal em potencial pelos libertários - com exceção da corrente anarco-primitivista. Ela é ferrenhamente combatida em seus moldes capitalistas, já que, sob eles, não possui nenhuma, ou quase nenhuma, função humana ou social e, ademais, na maioria das vezes, chega a corromper drasticamente esses campos – como é o caso das guerras, da excessiva automação industrial, das políticas tecnocráticas, etc. Em suma, a tecnologia é tida enquanto mais um instrumento de potencialidades humanas, podendo ter uma expressiva funcionalidade libertária – como nos campos da medicina, das comunicações, dos transportes, da segurança e desenvolvimento produtivo do trabalho, etc. Porém, a corrente de pensamentos anarco-primitivista defende a aversão a qualquer forma de desenvolvimento tecnológico, advogando o retorno das condições pré-civilizatórias para um efetivo desenvolvimento humano. Histórico dos movimentos anarquistasO anarquismo desempenhou papéis significativos nos grandes conflitos da primeira metade do século XX. Durante a Revolução Russa de 1917, Nestor Makhno tenta implantar o anarquismo na Ucrânia, com apoio de várias comunidades camponesas, mas que acabam derrotadas pelo Estado bolchevique de Lênin. Quinze anos depois, anarquistas organizados em torno de uma confederação anarco-sindicalista impedem que um golpe militar fascista seja bem sucedido na Catalunha (Espanha), e são os primeiros a organizar milícias para impedir o avanço destes na consequente Guerra Civil Espanhola. Durante o curso dessa guerra civil, os anarquistas controlaram um grande território que compreendia a Catalunha e Aragão, onde se incluía a região mais industrializada de Espanha, sendo que a maior parte da economia passou a ser autogestionada (autogerida). Após a Segunda Guerra Mundial, o movimento anarquista deixou de ser um movimento de massas, e perdeu a influência que tinha no movimento operário dos vários países europeus. Entretanto, continuaria a influenciar revoltas populares que se seguiram na segunda metade do século XX, como o Maio de 68 na França, o movimento anti-Poll tax no Reino Unido e os protestos contra a reunião da OMC em Seattle, nos Estados Unidos. Anarquia - Parte 01Anarquismo
É uma palavra que deriva da raiz grega αναρχία — an (não, sem) e archê (governador) — e que designa um termo amplo que abrange desde teorias políticas a movimentos sociais que advogam a abolição do capitalismo e do Estado enquanto autoridade imposta e detentora do monopólio do uso da força. Exemplificando, Anarquismo é a teoria liberária baseada na ausência do Estado. De um modo geral, anarquistas são contra qualquer tipo de ordem hierárquica que não seja livremente aceita [1], defendendo tipos de organizações horizontais e libertárias. Para os anarquistas, Anarquia significa ausência de coerção, e não ausência de ordem. Uma das visões do senso comum sobre o tema é na verdade o que se denomina por "anomia", ou seja, ausência de leis. Existe em torno desta questão um debate acerca da necessidade ou não de uma moral anarquista, ou se a natureza humana bastaria por si só na manutenção pacífica das relações. As diferentes vertentes do anarquismo têm compreensões diferentes quanto aos meios para a abolição dos governos e quanto à forma de organização social que disso resultaria. Principais conceitos anarquistasPrincípio da não-doutrinaçãoEste conceito anarquista, embora não constitua a didática primária à compreensão libertária, é digno de uma abordagem rápida. Os anarquistas acreditam no desenvolvimento heterodoxo do pensamento e do ideário libertário como um todo, não idolatrando nem privilegiando qualquer escritor ou teórico desta vertente de estudos. George Woodcock descreve com aptidão esse posicionamento libertário: “Toda a posição do anarquismo é completamente diferente de qualquer outro movimento socialista autoritário. Ela tolera variações e rejeita a idéia de gurus políticos ou religiosos. Não existe um profeta fundador a quem todos devam seguir. Os anarquistas respeitam seus mestres, mas não os reverenciam, e o que distingue qualquer boa compilação que pretenda representar o pensamento anarquista é a liberdade doutrinária com que os autores desenvolveram idéias próprias de forma original e desinibida.” Anarquismo não é doutrina, não é religião, portanto não reverencia nenhuma espécie de livros ou obras culturais, nem linhas metodológicas rígidas, o que o definiria infantilmente enquanto ciência constituída. As obras concernentes ao anarquismo são, no máximo, fontes de experiências delimitadas histórica e conjunturalmente, passíveis de infinitas adaptações e interpretações pessoais. Em síntese, o anarquismo é convencionado entre os libertários como sendo a emergência de um sentimento puro, sob o qual cada adepto deve desenvolver dentro de si mesmo o seu próprio instrumental intelectual para legitimá-lo e, mais do que isso, potencializá-lo abstracional e concretamente
Socialismo Libertário: a ótica anarquistaOs anarquistas auto-denominados socialistas libertários vêem qualquer governo como a manutenção do domínio de uma classe social sobre outra. Compartilham da crítica socialista ao sistema capitalista em que o Estado mantém a desigualdade social através da força, ao garantir a poucos a propriedade sobre os meios de produção, no entanto, estendem a crítica aos socialistas que advogam a permanência de um estado pós-revolucionário para garantia e organização da "nova sociedade". Tal estado, ainda que proletário, somente faria permanecer antigas estruturas de dominação de uma parcela da população sobre a outra, agora sob nova orientação ideológica. Esta teoria clama por um sistema socialista em que a posse dos meios de produção sejam socializados e garantidos a todos os que trabalham. Num tal sistema, não haveria necessidade de autoridades e/ou governos uma vez que a administração da vida social, para a garantia plena da liberdade só poderia ser exercida por aqueles mesmos que a compõem e a tornam efetiva (seja na indústria, na agricultura, nas empresas, creches, escolas, etc.). A sociedade seria gerida por associações democráticas, formadas por todos, e dividindo-se livremente (ou seja, com entrada e saída livre) em cooperativas e estas, em federações. A origem da tradição socialista libertária está entre os séculos XVIII e XIX. Talvez o primeiro anarquista (embora não tenha usado o termo em nenhum momento) tenha sido William Godwin, inglês, que escreveu vários panfletos defendendo uma educação sem participação do Estado, observando que esta tornava as pessoas menos propensas a ver a liberdade que lhes era retirada. O primeiro a se auto-intitular anarquista e a defender claramente uma visão mais socialista, foi Joseph Proudhon, seguido por Bakunin, que levou e elaborou as idéias daquele à primeira Associação Internacional de Trabalhadores (AIT). Mais tarde, Kropotkin desenvolve a vertente comunista do anarquismo, a qual chegou a ser muito popular na primeira metade do século XX.
A revolução socialA revolução social consiste na quebra drástica, rápida e efetiva do Estado e de todas as estruturas – levadas aqui enquanto entes materiais e não-materiais – que o regiam ou a ele sustentavam, por meio da ação revolucionária. Este princípio é primordial na diferenciação da vertente de pensamentos libertária em relação a qualquer outra corrente ideária. É a diferença básica entre o Socialismo Libertário e o Socialismo Autoritário. Sob a ótica do Marxismo, por exemplo, seria necessária a instrumentalização do Estado para a conquista planejada, detalhada e gradativa da Revolução, sendo instituída a Ditadura do Proletariado para o controle operário dos meios de produção até a eclosão do Comunismo. Já, sob o ideário anarquista, a Revolução deve ser imediata, para não permitir que os elementos revolucionários possam ser corrompidos pela realidade estatal. De acordo com os libertários, a Ditadura do Proletariado nada mais é do que uma ditadura "de fato", exercendo a mesma coerção, a mesma opressão e a mesma violência contra a sociedade. Especialmente por isso, para eles, a Revolução Social deve ascender o mais rápido possível à Sociedade Anarquista, ao Comunismo puro, para, também, através dos princípios da Defesa da Revolução, não permitir a ressurreição do Estado. Por fim, por intermédio do processo de destruição completa do Estado, sobre todas as suas formas, torna-se plenamente tangível a Liberdade, podendo, o homem, renovar de forma efetiva os seus princípios e preceitos humanistas.
HumanismoNos meios anarquistas, de forma geral, rejeita-se a hipótese de que o governo, ou o Estado, sejam necessários ou mesmo inevitáveis para a sociedade humana. Os grupos humanos seriam naturalmente capazes de se auto-organizarem de forma igualitária e não-hierárquica, mediante os progressos originários no homem a partir da educação libertária. A presença de hierarquias baseadas na força, ao invés de contribuírem para a organização social, antes a corrompem, por inibirem essa capacidade inata de auto-organização e por dar origem à desigualdade. Desta forma, a partir da conscientização, aceitação e internalização da sua essência humana - idéia suprimida anteriormente pelo Estado -, por parte do homem, emerge-se naturalmente de toda a sociedade humana o anseio pela ascensão da idéia-base de qualquer forma de vida real: a Liberdade.
LiberdadeA Liberdade é a base inconteste de qualquer pensamento, formulação ou ação anarquista, representando o elo sublime que conjuga de forma plena todos os anarquistas. Assim, entre os anarquistas, a Liberdade deixa apenas o plano abstracional (do pensamento) para ganhar uma funcionalidade prática, sendo o símbolo e a dinâmica do desenvolvimento humano real. Em outras palavras, o princípio básico para qualquer pensamento, ação ou sociedade ser definida como anarquista é que esteja imersa, tanto abstracionalmente (ideologicamente), quanto pragmaticamente (no âmbito das ações), no conceito de Liberdade. Para a encarnação da Liberdade, no entanto, é necessária a erradicação completa de qualquer forma de autoridade. AntiautoritarismoO Antiautoritarismo consiste na repulsa e no combate total a qualquer tipo de hierarquia imposta ou a qualquer domínio de uma pessoas sobre a(s) outra(s), defendendo uma organização social baseada na igualdade e no valor supremo da liberdade. Tem como principais, mas não únicos, objetivos a supressão do Estado, da acumulação de riqueza própria do capitalismo (exceto os Anarco-capitalistas) e as hierarquias religiosas(exeto seguidores do Anarquismo cristão). O Anarquismo difere do Marxismo por rejeitar o uso instrumental do Estado para alcançar seus objetivos e por prever uma Revolução Social de caráter direto e incisivo, ao contrário da progressão sócio-política gradual - socialismo - rumo à derrubada do Estado - comunismo - proposta por Karl Marx. De acordo com a corrente de pensamentos libertária, a supressão da autoridade é condicionada pela ação direta de cada indivíduo livre, prescindindo-se completamente de qualquer intermediário entre o seu objetivo, enquanto defensor da Liberdade, e a sua vontade.
Ação diretaOs anarquistas afirmam que não se deve delegar a solução de problemas a terceiros, mas antes, atuar diretamente contra o problema em questão, ou, de forma mais resumida, "A luta não se delega aos heróis". Sendo assim, rejeitam meios indiretos de resolução de problemas sociais, como a mediação por políticos e/ou pelo Estado, em favor de meios mais diretos como o mutirão, a assembléia (ação direta que não envolve conflito), a greve, o boicote, a desobediência civil (ação direta que envolve conflito), e em situações críticas a sabotagem e outros meios destrutivos (ação direta violenta). No entanto, a Ação Direta, por si só, não garante a manutenção e a perpetuação das condições humanas básicas, tanto em termos estruturais, quanto no aspecto intelectual, necessitando de uma extensão operacional ilimitada a fim de fazer da força humana global uma só energia coletiva. Decerto, somente a solidariedade e o mutualismo máximos podem promover essa harmonia social.
Apoio mútuoOs anarquistas acreditam que todas as sociedades, quer sejam humanas ou animais, existem graças à vantagem que o princípio da solidariedade garante a cada indivíduo que as compõem. Este conceito foi exaustivamente exposto por Piotr Kropotkin, em sua famosa obra "O Apoio Mútuo". Da mesma forma, acreditam que a solidariedade é a principal defesa dos indivíduos contra o poder coercitivo do Estado e do Capital. Mas, para que a solidariedade se torne uma virtude "de fato" é necessária a erradicação de qualquer fator de segregação ou discriminação humanas. Com esse objetivo, o internacionalismo se firma enquanto o princípio proeminente da integração sociolibertária. InternacionalismoPara os anarquistas, todo tipo de divisão da sociedade - em todos os apectos - que não possua uma funcionalidade plena no campo humano deve ser completamente descartada, seja pelos antagonismos infundados que ela gera, seja pela burocracia contraproducente que ela encarna na organização social, esterilizando-a. Logo, a idéia de "pátria" é negada pelos anarquistas. Os libertários acreditam que as virtudes - bem como o exercer pleno delas - não devem possuir "fronteiras". Assim, eles relutam que o homem, em sua natureza humana, é o mesmo em qualquer lugar do mundo, exigindo, independentemente do seu universo material ou cultural, uma gama infinita de necessidades e cuidados. Em outras palavras: se a fragilidade do ser humano não tem fronteiras, por que estabelecer empecilhos ao seu auxílio? Vale lembrar que o conceito libertário de internacionalismo se difere completamente do conceito que conhecemos - portanto, capitalista - de globalização. Globalização é a ampliação a nível mundial da difusão de produtos - ideológicos, culturais e materiais - de determinados segmentos capitalistas, visando à potencialização máxima da capacidade mercadológica dos agentes operantes - na maioria das vezes, as empresas e as grandes corporações -, sendo, para isso, desconsideradas parcial ou completamente todas as conseqüências humanas do processo, já que é a doutrina do "lucro máximo" que rege essas operações. Por outro lado, o internacionalismo, por se alijar completamente de todo o ideário capitalista, não possui nenhuma tenção lucrativa, capitalista, e não é permeado por estruturas privilegiadas de produção - como as indústrias capitalistas -, sendo regido pela solidariedade e mutualismo máximos. Didaticamente, o internacionalismo pode ser definido como sendo a difusão global de "serviços" humanos, e a globalização como a difusão global de "hegemonias" mercadológicas.
A Sociedade AnarquistaA educação avançada: a base da coexistência harmoniosaA questão persecutória por excelência entre os anarquistas no decorrer da história é: como seria possível uma Sociedade Anarquista se cada ser humano pensa de uma forma diferente[Carece de fontes?]? Não seria permeada por inúmeros conflitos, guerras, antagonismos? A resposta a essa questão, defendida pela maior parte dos anarquistas[Carece de fontes?], é a de que apenas o desenvolvimento virtuoso da educação (Pedagogia Libertária) – permeada pela autodidática, interesse natural, relativismo cultural e antidogmatismo – proveria o homem do desenvolvimento humano efetivo. Assim, embora os conflitos façam parte da Sociedade Anarquista – e a desenvolvam estruturalmente por essa relação dialética –, eles seriam transferidos do plano físico – como é o caso das guerras atuais – para o plano do diálogo – como prima a Democracia Direta –, sendo negociados de forma pacífica, consciente, racional e, acima de tudo, humana, já que o interesse, o calculismo, não estaria mais regendo as instâncias conflitivas. Em outras palavras, independentemente do resultado do embate, ninguém sairia em posição privilegiada[Carece de fontes?]. Evidentemente, no caso de uma sociedade anarquista, também pode haver indivíduos que perturbem a harmonia social. Como a violência é uma forma pura de autoridade, de poder, o indivíduo que encarná-la em qualquer uma de suas ações, por qualquer que seja o motivo, não será considerado anarquista. Como a Sociedade Anarquista é uma sociedade de anarquistas e para anarquistas, os dissidentes seriam obrigados a garantir a sua subsistência onde a autoridade e a mesquinhez deles tivesse alguma funcionalidade. Piotr Alexeevich kropotkin (1842 – 1921) defende que a Liberdade, em seu estado puro, em conjunto com a fraternidade, serviria como um verdadeiro "remédio" ao homem, sanando os seus problemas mais nefastos, conseqüentemente, prescindindo-se de qualquer espécie de punição ou coerção. Esta idéia se aplica, num espectro mais amplo, até às questões relacionadas à existência de estruturas manicomiais, responsáveis, na sociedade capitalista, pelas torturas e maus-tratos aos estigmatizados pelo sistema como "doentes mentais".
Princípio da flexibilidade e naturalidade organizacionaisOs anarquistas, por intermédio da aceitação e compreensão da progressão materialmente dialética da história, em sua maioria, não acreditam que o estabelecimento de estruturas organizacionais rígidas possam promover um desenvolvimento humano efetivo. Assim, acreditam que a inflexibilidade organizacional - típica do sistema capitalista - termina por interferir deleteriamente, quando não suprimir, as faculdades individuais de cada ser humano. Por isso, os anarquistas acreditam que são as dificuldades e problemáticas humanas, materiais e sociais que devem prescrever o modelo temporário de organização, e não as inferências provenientes de abstrações técnicas. Em outras palavras, é a realidade concreta que deve definir as bases da organização da sociedade anarquista, em contrapartida com as situações imaginárias criadas pelos "técnicos", as quais, na maioria das vezes, tendem a ser manipuladas a favor de interesses parciais. Com o objetivo de se potencializar de forma plena a coesão estrutural - material - necessária à Sociedade Anarquista, a fim de se promover a satisfação das necessidades humanitárias, houve a emergência do conceito de Federalismo Libertário.
Federalismo libertárioSendo uma ampliação funcional do princípio da “Ação Direta”, o federalismo libertário é o meio de organização proposto pela maior parte das vertentes anárquicas[Carece de fontes?], desenvolvido, no âmbito anarquista, pela primeira pessoa a se intitular “anarquista”: Pierre-Joseph Proudhon (1809 - 1865). Esse conceito consiste na subdivisão organizacional temporária ou permanente da sociedade libertária – em federações, comunas, confederações, associações, cooperativas, grupos e qualquer outra forma de conjugação da força operacional humana – para a maior eficiência das interações humanas, sociais. Por intermédio do federalismo, de cunho libertário, seria possível uma intervenção rápida e direta do homem frente às problemáticas emergentes na sociedade anarquista. Nesse aspecto, Piotr Alexeevich Kropotkin (1842 – 1921) aludia didaticamente às federações como sendo "botes salva-vidas": ágeis no auxílio e versáteis frente às condições ou necessidades adversas. Evidencia-se que o conceito de federalismo, no campo libertário, transcende o conceito atual de federalismo que conhecemos, deixando de representar apenas as associações de grande escala para adentrar no âmbito pessoal, abrangendo, inclusive, as relações interpessoais. Desta forma, o federalismo libertário se firma enquanto a máxima coesão entre o homem e a satisfação proficiente de suas necessidades. O federalismo libertário se difere do federalismo estatal - como o que vigora no Brasil - por não ser concebido em meio a nenhuma relação de submissão e por ser regido, em sua completude, pelas necessidades humanas. Seriam sempre as problemáticas que definiriam e prescreveriam a organização, e não os interesses, sejam eles coletivos ou pessoais. Com efeito, vários anarquistas já propuseram modelos mais elaborados de organização, de plataformas organizacionais, mas, como é a conjuntura e a naturalidade que devem definir a organização numa sociedade anarquista, elas são consideradas inferências, projetos divergentes, porém, todos unificados pelo conceito uno do federalismo libertário. Em outras palavras, o federalismo libertário é tido enquanto o germe de qualquer organização anarquista. 2007/7/17 Amor X PaixãoPaixão é um sentimento ligado ao desejo de posse, puramente material, físico. Não transcende o pessoal. É um sentimento de querer exacerbado e adulterado. Transgredi a liberdade e a autonomia. A Paixão é vil e egoísta, a necessidade de saciar-se é maior que a de comungar. O objeto de paixão tem uma única função, fazer o apaixonado feliz. A pessoa apaixonada torna-se intolerante, a necessidade de mudar o outro se transforma em sua maior cruzada. A paixão é irracional e inconseqüente, é a escravidão do ser por ele mesmo. Na paixão os fins justificam os meios.
O Amor é simplesmente o oposto, é acima de tudo aceitação e respeito. Quem ama aceita o ser amado plenamente, pelo simples fato de ser impossível amar alguém pela metade. Quem ama se adequa a pessoa amada com sorriso nos lábios, pois o amor é incondional e inquestionável. Quem ama, ama, e acabou. Amor é abnegação, transcende o próprio eu. O que para muitos pode parecer sacrifício, para quem ama é doação. Não quero dizer com isso que esquecer-se de si mesmo em prol da outra pessoa seja amor. Se isso ocorre voltamos então a Paixão, pois só ela oblitera a visão e a razão. O Amor por sua vez não cega, ele amplia o horizonte das possibilidades através da consciência e compreensão. Quem ama faz o possível dentro da racionalidade para promover felicidade ao ser amado. Quem ama compartilha sua felicidade, ao contrário do apaixonado que acredita que sua felicidade está no outro. (Autoria: Joel Oliveira) SentidosTe senti frio... minha alma quase despedaçou... meu coração quase parou...
Não faz sentindo minha vida sem seu calor, não faz sentido minha vida sem você...
Nossos desejos em parte reprimidos... não fui forte o suficiênte... tenho medo de te perder...
Não faria mais sentido minha vida se isso acontecesse, não faria mais sentido viver... pois meu ser depende de você para entender a liberdade...
Você é o comando do meu destino... é meu céu, meu chão... esta etre as estrelas mais brilhante de minha existência... você iluminameu caminho...
Não quero viver... não sem você... sem sua luz, sua inocência... seu desejo... não quero viver sem sentido...
Água da minha fonte, meu desejo mais profundo...
Minha vida estava sem sentido... ate que cruzou meu caminho... Te Amo... fica comigo...
Quero tocar suas mãos com as minhas, e beijá-las ternamente...
Quero sentir sua pele nua tocar a minha e fazer amor de verdde... amor com amor... sentindo na carne quente... sentindo na mente carregada de amor por você.
Sentir o coração acelerado por vários minutos... desfrutando de sua respiração quente e ofegante... sentindo seus lábios macios deslizarem por minha pele...
Te quero, te desejo...
Esse é o sentido da minha vida... querer-te eternamente ao meu lado... e morrer de velhice, ainda assim completamente apaixonda...
Te senti frio hoje...
Não me faça sofrer novamente....
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